segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Massagem nos pés não combate apenas o estresse

Aliada a sessões de terapia, essa técnica pode favorecer a saúde de ponta a ponta

Massagem automassagem benefícios como fazer depressão estresse diabetes hipertensão pressão alta
 
Relaxamento, queda da pressão arterial e da glicose no sangue e melhora da depressão: foram esses os benefícios observados por cientistas da Universidade Nacional Kangwon, na Coreia do Sul, ao incentivarem 53 mulheres a investirem na automassagem nos pés e em sessões de psicoterapia por três semanas.
“Estimular essa região ajuda a desbloquear a energia no organismo”, justifica a terapeuta corporal Regina Machado, de São Paulo. “O ideal é reservar pelo menos 15 minutos por dia para a prática, que pode ser complementada com escalda-pés e óleos”, arremata o professor Reginaldo Filho, diretor-geral da Escola Brasileira de Medicina Chinesa, na capital paulista. Mas atenção: há contraindicações, por exemplo, em casos de feridas, traumas e trombose.

E a reflexologia?

Assim como a automassagem, a técnica busca o equilíbrio físico e mental. “Porém, como depende de pressão em pontos específicos dos pés, a recomendação é que seja conduzida por um profissional habilitado”, destaca a reflexoterapeuta Cláudia Rosane dos Santos, da Academia Brasileira de Reflexologia.

Como massagear os pés

Passo 1

Comece pela ponta dos dedos. Faça movimentos circulares no sentido horário sete vezes em cada um deles.
Passo 2

Passe para a área superior da sola, realizando um vai e vem com os polegares ao redor de dez vezes.
Passo 3
Na porção inferior da sola, vá pressionando a região em círculos por dez vezes. De cima para baixo.
Passo 4
Por fim, contorne a lateral interna, do dedão ao calcanhar. Repita por dez vezes, pelo menos.

Fonte. Revista saude

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Dieta gordurosa do pai contribuiria para câncer de mama na filha

Gordura saturada e câncer

Um estudo brasileiro premiado sugere que a ingestão excessiva de gordura pelo homem favorece o surgimento de tumores na próxima geração


Você já deve ter lido por aí como hábitos da mãe (fumar, beber, comer mal…) interferem na saúde do feto, tornando-o mais suscetível a doenças ao longo da infância e vida adulta. Mas pouco se falava sobre o pai. Bem, isso começou a mudar. Um estudo conduzido na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo abriu os olhos de pesquisadores do mundo todo para a influência da alimentação paterna no bem-estar de seus herdeiros – especialmente quando o assunto é câncer.
 
O trabalho é assinado pela bióloga Camile Castilho Fontelles, que atualmente faz pós-doutorado na Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos. Primeiro, ela separou ratos machos em três grupos. Para um, ofertou uma dieta turbinada com banha de porco, representando a gordura saturada, vista como mais traiçoeira para a saúde. A segunda turma recebeu uma alimentação com doses extras de óleo de milho, fonte de gorduras poli-insaturadas – essas são encaradas como benéficas. O terceiro grupo, o controle, ficou na dieta básica, contendo todos os nutrientes essenciais para o crescimento adequado dos bichos.
Os animais foram cruzados com fêmeas alimentadas de forma padrão. A prole resultante desse cruzamento também comeu o necessário para se desenvolver de maneira saudável. “A ideia era realmente isolar a dieta do pai”, explica Camile. Com 50 dias, induziu-se o câncer de mama na prole feminina.
Inicialmente, a pesquisadora esperava que as duas dietas com alto teor de gorduras aumentassem o risco de o tumor se desenvolver. Mas isso aconteceu só nas filhotes dos machos que receberam a gordura de origem animal – ou seja, a saturada da banha de porco. “Já na prole dos que ingeriram a gordura vegetal, vinda do óleo de milho, notamos menor número de tumores e taxa de crescimento mais lenta. Isso sugere um efeito protetor”, relata Camile.

Por que a saturada foi pior

De acordo com a autora da experiência, os pais que abusaram dessa versão de gordura apresentaram mais adiposidade principalmente na área do testículo e do epidídimo, tubo no qual o esperma é armazenado. “E isso interfere na qualidade dos espermatozoides”, descreve Camile. Essa é uma das hipóteses consideradas capazes de explicar por que a prole desses animais acabou prejudicada.
Para o professor Thomas Ong, do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC – Food Research Center), orientador do projeto, não significa que, a partir de agora, todos devem se entupir de óleo de milho. “Ele pode exercer outras alterações metabólicas. O que aprendemos é que não podemos classificar todas as gorduras da mesma maneira”, reflete. “Esperamos que os estudos avancem até o ponto em que a gente entenda qual a combinação ideal dessas substâncias para favorecer a saúde de pais e filhos”, comenta. 
 

O pai em foco

Além de ter recebido o Prêmio Tese Destaque da USP 2017 na área de Ciências Agrárias, a pesquisa de Camile ganhou repercussão internacional. Faz sentido: até então, muito se falava sobre a influência da mulher na saúde dos filhos. “O que é compreensível. Afinal, a interação feto-mãe é profunda”, reconhece Ong. Ora, além dos nove meses passados dentro do útero, o bebê ainda é amamentado após vir ao mundo. “Mas o que precisamos descontruir é o conceito de que o pai tem papel neutro”, reforça.
Segundo Thomas Ong, a ciência está percebendo que os hábitos do homem no momento da pré-concepção (nutrição, tabagismo, sedentarismo e por aí vai) podem afetar a forma como os espermatozoides são produzidos. “Esse processo envolve um fenômeno epigenético”, diz. Oi? O expert está se referindo a modificações que podem ser transmitidas para as próximas gerações, mas que não alteram o DNA em si. Elas basicamente interferem nas ordens que o código genético dá para o corpo – podem desligar um gene ou, por outro lado, superativar outro.

Mas nem tudo está perdido

Calma: dá para reverter os estragos. “Ao melhorar a nutrição de um homem obeso, por exemplo, é possível normalizar as alterações epigenéticas no esperma”, informa Ong. “Ou seja, não é definitivo. Dá para agir e se cuidar”.
Embora a pesquisa tenha sido feita com animais – a ideia é avançar para estudos com humanos –, ela deixa mensagens importantes. Uma é que existe uma janela de oportunidade para começar a prevenir o câncer (e outras doenças) bem no início da vida. “A outra é que, antes de engravidar, seria interessante que tanto a mulher como o homem se cuidassem mais. Hoje, esse papel fica muito mais restrito a elas”, aponta Ong.
 
Fonte Revista saude 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Dieta: muito além do peso na balança

dieta

Mudanças bruscas na alimentação para emagrecer podem trazer consequências para a saúde que não nos damos conta. O que fazer?



Quando pensamos em dietas, já imaginamos os pesos perdidos na balança. Mas eu quero convidar você a olhar para além do emagrecimento. As dietas das mais variadas origens trazem ao organismo um desafio importante: como se reorganizar para lidar com mudanças na quantidade de carboidratos, lipídeos (popularmente chamados de gorduras) e proteínas ingeridas.

Ora, nosso corpo possui um conjunto complexo de enzimas e bactérias que se adaptam ao que comemos no dia a dia. Assim, ao modificarmos nossa alimentação — e principalmente quando isso ocorre de maneira abrupta —, todo esse conjunto sofre um abalo.
Lembra daquela viagem que você fez por alguma região do Brasil ou até do exterior? Aposto que você se deliciou com pratos diferentes e sabores atípicos da sua rotina. Pois bem: essa mudança no cardápio muitas vezes termina em visitas inesperadas ao banheiro, certo? Isso é tão comum que tem até nome científico: diarreia do viajante.

De certa forma, algo similar acontece quando entramos numa dieta específica. As bactérias e enzimas se organizam para conseguir processar aquela novidade alimentar. Bom, mas isso tem alguma possível consequência?

A resposta é sim. As alterações na microbiota (antes chamadas de flora intestinal) impactam na saúde como um todo. Recentemente, uma revisão publicada na revista Nature demonstrou que essa mudança promove maior exposição a processos inflamatórios e pode elevar as produções de colesterol, com suas consequências cardiovasculares ja conhecidas.
Quando submetemos nosso corpo a novas dietas em busca de um peso “ideal”, promoveremos mudanças além da perda de gordura ou massa magra. Não estou dizendo que, de agora em diante, você só pode comer os mesmos pratos todo santo dia. Longe disso!

A reflexão, aqui, é sobre mudanças radicais no cardápio que miram um objetivo, mas podem acabar acertando outros alvos. O impacto dessa nova aventura alimentar pode ser algo que sequer imaginávamos. Talvez valha a planejar melhor essa viagem — se for o caso, com a ajuda de um profissional — antes de embarcar rumo ao desconhecido.
E aqui uma lembrança da minha infância quando eu jogava batalha naval. Dizíamos: “Atiramos no que vimos e pegamos no que não vimos”. Assim, dieta vai muito além do peso.
 
Fonte Revista saúde

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Azeite só faz bem na salada?

Dá para usar o óleo de oliva em diversos pratos, mas nem todos preservam integralmente seus aclamados nutrientes 

 

azeite-usos-e-beneficios

A lista de benefícios proporcionados pelo azeite é extensa: vai do controle do colesterol ao combate de diabetes, problemas neurodegenerativos e câncer. Não à toa o óleo é figurinha certa na cozinha de muita gente, sendo recrutado principalmente na hora de temperar a salada.
 
Mas a leitora Vanusa Silva costuma utilizá-lo no almoço e no jantar, mesmo na ausência dos vegetais. Daí surgiu a dúvida: faz sentido investir nesse óleo sem ter alface, tomate e afins no prato?

Segundo a nutricionista Ceres Della Lucia, professora da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, a principal questão é não pesar a mão. “Recomenda-se 30 gramas ou duas colheres de sopa de azeite de oliva por dia”, diz. A melhor opção seria o extravirgem, cheio de antioxidantes – substâncias capazes de ajudar na prevenção de doenças.

Outro ponto importante envolve a temperatura. É que o azeite começa a perder parte dos aclamados antioxidantes ao ser exposto ao calor, principalmente quando passa a casa dos 160°C – como ocorre na fritura de um ovo. “Mas dá para utilizá-lo tranquilamente para substituir a manteiga e o óleo convencional em refogados e assados”, completa Ceres. Ou seja: não precisa pensar duas vezes antes de levá-lo ao fogo.
Fonte: Revista saúde

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Se o refrigerante ficasse mais caro, menos gente beberia

refrigerantePesquisa indica que o aumento no preço de refris influenciaria no seu consumo. Será que, em nome da saúde, o governo deveria cobrar impostos mais pesados?

 

 

Se o preço do refrigerante aumentasse, o brasileiro reduziria o seu consumo. O achado vem de uma pesquisa do Datafolha, a pedido da ONG ACT Promoção da Saúde, que foi divulgada na Folha de S.Paulo.

Alguns especialistas defendem o aumento nos impostos de refrigerantes e mesmo de alguns outros produtos industrializados como forma de incentivar a diminuição do consumo e, assim, combater as crescentes taxas de obesidade e diabetes, por exemplo. Um dos principais alvos do momento é o açúcar.

Questionados como reagiriam caso os impostos obrigassem essas bebidas a ficarem mais caras, 74% dos consumidores responderam que diminuiriam o consumo. Entre eles, 51% diminuiriam muito e 23% reduziriam um pouco a ingestão. Por outro lado, 15% não mudaria seus hábitos mesmo com a subida no preço e 3% tomariam mais refrigerante caso o preço aumentasse. Como assim?! Ora, os entrevistadores também não entenderam essa resposta.

Por fim, 8% dos consumidores disseram não comprar refrigerante e bebidas açucaradas artificialmente. Não que seja proibido engolir qualquer gota desses líquidos, mas realmente é melhor não tomá-los do que exagerar nos goles.

O Datafolha ouviu 2 070 pessoas acima de 16 anos, em 129 cidades. A pesquisa ajuda a colher dados para um debate sobre medidas no mercado para incentivar hábitos de consumo mais saudáveis.

Embalagens e publicidade

O governo debate atualmente novas regras que obrigariam fabricantes de alimentos com altas taxas de açúcar, sódio e calorias a estampar isso claramente nos rótulos. Sobre concordar ou não com advertências claras em embalagens para indicar a presença excessiva ou não dessas substâncias, 83% concordam totalmente, enquanto 9% discordam totalmente.

Outra pergunta da pesquisa envolve a publicidade infantil. “Você é a favor ou contra as propagandas de refrigerante, salgadinho, bebidas açucaradas e macarrão instantâneo dirigidas para crianças?”. 52% dos brasileiros são contra essas propagandas. Já 11% se dizem totalmente favoráveis.
Fonte: Revista saúde

 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

4 fatos que toda mulher deve saber sobre o exame de papanicolau

papanicolauEsse teste é cercado de desinformação, o que ajuda a aumentar a incidência e a mortalidade por câncer de colo de útero pelo Brasil.

 

Embora esteja disponível na rede pública, o exame de papanicolau é subutilizado no Brasil. Não à toa, nosso país sofre com muitos casos de câncer de colo de útero — e uma taxa preocupante de mortes, em especial nas regiões Norte e Nordeste.
 
Só em 2016, 16 340 mulheres foram diagnosticadas com essa doença (que poderia ser erradicada se controlássemos as infecções pelo vírus HPV), segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. E pior: 44% delas só detectaram o problema quando ele atingiu um estágio avançadíssimo, que reduz drasticamente as chances de cura.

O fato é que ainda conhecemos pouco sobre o papanicolau. Até por isso, o Instituto Oncoguia organizou um evento para informar os próprios jornalistas sobre esse exame e o tumor de colo de útero em geral.

Durante o workshop, o ginecologista Julio Resende, coordenador do Programa de Rastreamento de Cânceres Ginecológicos do Hospital de Câncer de Barretos (SP), esclareceu alguns pontos-chave que geram bastante confusão sobre o papanicolau. Veja abaixo:

1) O papanicolau não é feito para detectar DSTs

Não pense que esse exame vai captar toda e qualquer doença sexualmente transmissível. Na verdade, ele sequer confirma a presença do vírus HPV. Em resumo, o teste rastreia a presença de lesões pré-cancerosas (que são provocadas pelo vírus em questão).

Claro que, durante a avaliação do ginecologista, a busca por DSTs em geral também deve ser contemplada. Só que os meios de fazer isso são outros. Recado final deste item: pergunte para o profissional se ele pretende realizar o papanicolau ou não.

2) O resultado demora alguns dias para sair

Muitas mulheres imaginam que esse exame consiste apenas em uma observação atenta do colo do útero. Não se engane: durante o procedimento, o expert coleta material com um equipamento e, na sequência, envia-o ao laboratório para uma análise mais complexa.

É importantíssimo cobrar os resultados para ver se está tudo em ordem — e não se satisfazer com uma avaliação puramente clínica se o objetivo é prevenir o câncer de colo de útero.

3) É um exame preventivo

Como já dissemos, a sacada do papanicolau é indicar lesões pré-cancerosas — ou seja, que vão originar um tumor se não forem removidas a tempo. Trata-se de uma estratégia diferente da mamografia, por exemplo, que detecta o câncer de mama em si.

Portanto, quando você se submete com regularidade ao papanicolau, o risco de desenvolver um tumor de colo de útero, mesmo que inicial, cai demais. Trocando em miúdos, não é um método para diagnosticar a doença, mas para impedir que ela apareça.

Aliás, se o resultado sugerir alguma anormalidade, você precisará realizar outros testes, como a colposcopia, para que os especialistas de fato saibam o que está acontecendo. Entendido?

4) Não precisa ser feito todo ano

As Diretrizes Brasileiras Para o Rastreamento do Câncer de Colo de Útero, do Ministério da Saúde, são claras. Segundo elas, as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual devem começar a fazer o papanicolau a partir dos 25 anos.

As duas primeiras avaliações precisam, sim, ser realizadas com um intervalo de um ano entre elas. Mas, se ambos os resultados vierem negativos (o que é bom), as próximas podem ser repetidas de três em três anos — sem prejuízos às mulheres, que fique claro.

É possível interromper essa estratégia de rastreamento aos 64 anos, desde que os últimos dois exames não tenham indicado sinais suspeitos. Agora, mulheres mais velhas que nunca realizaram o papanicolau se beneficiam ao recorrer a ele mesmo depois dessa faixa etária.
Fonte Revista saúde

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Lugol: o uso indiscriminado pode destruir a tireoide

Propagada na internet como um santo remédio, a solução à base de iodeto de potássio representa sérios riscos à saúde quando fora de contexto.

tireoide-e-lugol-uma-combinacao-perigosa

 

Membros da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) estão preocupados com a ascensão do lugol nas redes sociais. Tanto que a entidade decidiu contra-atacar as postagens que afirmam que essa substância tem o poder prevenir e tratar câncer, fibrose cística e outras doenças. “Não há comprovação científica para tais benefícios”, alertou, por meio de um comunicado à imprensa, o endocrinologista José Augusto Sgarbi, presidente da Sbem.
 
 
Se faltam evidências para justificar o uso irrestrito, os malefícios estão mais do que comprovados. Veja: uma gota de lugol contém 6 miligramas de iodo, muito mais do que o necessário para um adulto saudável (de 0,1 a 0,25 miligrama). Acontece que a dose diária recomendada em certas páginas de internet varia entre seis e nove gotas. Aí, quem padece com a sobrecarga é a tireoide.

Em entrevista à SAÚDE, Sgarbi explicou o que tende a acontecer nesse cenário: “O excesso de iodo pode provocar a inflamação autoimune ou até uma ação tóxica que leva à destruição dessa glândula.” Não à toa, o quadro é associado a problemas como o hipo e o hipertireoidismo.
Aliás, é apenas quando a produção da tireoide dispara a ponto de colocar em risco a vida do paciente — condição chamada de crise tireotóxica — que os médicos prescrevem lugol. “Ele bloqueia rapidamente a captação de iodo e a liberação de hormônios tireoidianos, ao contrário dos medicamentos indicados em situações menos graves”, explica Sgarbi. Pelo mesmo motivo, a solução entra em cena quando se opta pela retirada cirúrgica da glândula.

O sal de cozinha e pescados em geral são as principais fontes de iodo presentes no cardápio dos brasileiros. A suplementação feita com complexos vitamínicos, é claro, ocorre de maneira individualizada — e só deve começar após o aval de um profissional.
Fonte Revista saúde